Vale a pena destacar que o e-commerce digitaliza dois processos básicos: venda e atendimento ao cliente.

A partir desse trabalho, ele também abre as portas para outras automações, como marketing, controlo de finanças e stocks.

Dessa maneira, ele facilita e agiliza o trabalho de gestão em muitas frentes.

Nos dias que correm, as lojas virtuais têm um poder transacional que não pode nunca ser renegado para segundo plano.

Para muitos negócios que têm loja física e virtual, o volume de transações feitas online, chega a ser quase 75% do volume de faturação.

Só para ter uma noção, o último estudo da Ecommerce Foundation, indica que em 2017 o comércio eletrónico em Portugal alcançou um volume de faturação de 4,7 mil milhões de euros.

Este valor representa um aumento de 12% relativamente ao ano anterior. Embora ainda não exista nenhum estudo relativamente ao ano de 2018, a verdade é que o valor será superior, pois a cada dia que passa são mais as pessoas que confiam nesta forma de comprar.